quarta-feira, fevereiro 02, 2005
De leitura imprescindível
o artigo de Medina Carreira, no Público de ontem.
Eu faço parte da pequena minoria que não pertence ao "Partido do Estado", composto por 4,5 milhões de indivíduos (...) os quais Têm em comum a dependência directa do Orçamento e representavam, em 2003: 43 por cento da população residente; 56 por cento do eleitorado; 62 por cento da população com mais de 24 anos de idade. Pensionistas e subsidiados (mais de 3,8 milhões), equivaliam a 70 por cento da população activa. Este "Partido do Estado" absorvia 70 por cento dos impostos cobrados (1980); atinge agora os 85 por cento (2003). O pessoal político dos principais partidos "invade" progressivamente o Estado e pretende mais funcionários, mais pensionistas, mais subsídios e mais subsidiados, porque aí pode angariar mais votos. Os que ainda estão fora do "Partido do Estado" constituem uma minoria cada vez mais desiludida, reduzida e silenciada, e menos influente. Adormecido e enganado, Portugal trilha o caminho para o desastre financeiro do Estado e para uma pobreza mais generalizada dos portugueses. Ninguém nos acode.
À luz do artigo supra citado, apetece perguntar, tendo em conta que o BE é tido por estar do lado das minorias, porque não defendem, antes, os cortes necessários para por termo à grande maioria constituída por uma cambada de ladrões, uma cabada de gatunos e uma cambada de chupistas (in video do gatofedorento)???
Eu faço parte da pequena minoria que não pertence ao "Partido do Estado", composto por 4,5 milhões de indivíduos (...) os quais Têm em comum a dependência directa do Orçamento e representavam, em 2003: 43 por cento da população residente; 56 por cento do eleitorado; 62 por cento da população com mais de 24 anos de idade. Pensionistas e subsidiados (mais de 3,8 milhões), equivaliam a 70 por cento da população activa. Este "Partido do Estado" absorvia 70 por cento dos impostos cobrados (1980); atinge agora os 85 por cento (2003). O pessoal político dos principais partidos "invade" progressivamente o Estado e pretende mais funcionários, mais pensionistas, mais subsídios e mais subsidiados, porque aí pode angariar mais votos. Os que ainda estão fora do "Partido do Estado" constituem uma minoria cada vez mais desiludida, reduzida e silenciada, e menos influente. Adormecido e enganado, Portugal trilha o caminho para o desastre financeiro do Estado e para uma pobreza mais generalizada dos portugueses. Ninguém nos acode.
À luz do artigo supra citado, apetece perguntar, tendo em conta que o BE é tido por estar do lado das minorias, porque não defendem, antes, os cortes necessários para por termo à grande maioria constituída por uma cambada de ladrões, uma cabada de gatunos e uma cambada de chupistas (in video do gatofedorento)???