Quinta-feira, Dezembro 30, 2004
How earthquakes happen
And the winner is...
Quarta-feira, Dezembro 29, 2004
Conto de Natal
"Blogues Rápidos a Contar a História"
"O OCEANO ASSOBIOU COMO UM ANIMAL SELVAGEM"
Domingo, Dezembro 26, 2004
No dia da Sagrada Família (de Nazaré)...
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parece-me que tem futuro...seja ele qual for, tal é a convicção com que dedilha o teclado.
Mulheres assim, com determinação bem orientada, fazem falta!!!
Sábado, Dezembro 25, 2004
Natal
(...) A alegria irradiante deste dia, é contida na pequenez de uma criança, no gesto de humildade de um sorriso, na vela acesa de um abraço que não pode extinguir-se nunca mais. Agora tudo parece dar razão à paz. Mas depois, quando a brancura da neve for gelo de violência, que restará da família reunida? «Todos os confins da terra (ainda não) viram a salvação do nosso Deus». E enquanto houver rancor, ódio, rivalidade, não podemos descansar, desembrulhando para nós os dons que recebemos. Dar a beijar o Menino, como se faz em tantas das nossas igrejas, que há-de ser, senão deixar-se ‘beijar’ pelos pobres, pelos doentes e marginais que nada têm?
«Vamos a Belém, para vermos o que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer». E onde fica Belém? Que mapa o assinala, que direcção havemos de seguir? Jesus nasce em suma pobreza, «envolto em panos e deitado numa manjedoura». Não O encontramos entre o luxo, a podridão, a ganância ostensiva da riqueza, o brilho da aparência social. A benfeitoria dos humildes não toca trombetas. Guarda silêncio, como Maria e José. Se às palavras do Credo «e encarnou», hoje, na Missa, ajoelhamos, não havemos de dobrar o nosso orgulho diante de todos os que vemos caídos no caminho? «A verdadeira paz e reconciliação» é para todos.
(in Boa Nova para cada dia, do Mensageiro)
Sexta-feira, Dezembro 24, 2004
"Não há pressa"
(Miguel Sousa Tavares, in Público)
A ler
O Fato Vermelho da Coca-Cola
História e Origem das Mulheres Natal
Ilustrando:
Uma das primeiras imagens do actual Pai Natal, desenhado por Thomas Nast, e publicada na Harper's, em 1881
Elaborada com base no poema"A Visit from St. Nicholas," actualmente mais conhecido por "The Night Before Christmas", maioritariamente atribuído a Clement Clark Moore:
He was dressed all in fur, from his head to his foot,
And his clothes were all tarnished with ashes and soot;
A bundle of toys he had flung on his back,
And he looked like a peddler just opening his pack.
His eyes—how they twinkled! his dimples how merry!
His cheeks were like roses, his nose like a cherry!
His droll little mouth was drawn up like a bow,
And the beard of his chin was as white as the snow;
The stump of a pipe he held tight in his teeth,
And the smoke it encircled his head like a wreath;
He had a broad face and a little round belly,
That shook, when he laughed like a bowlful of jelly.
He was chubby and plump, a right jolly old elf. . .
Posteriormente aproveitada pela Coca-Cola, pela mão de Haddon Sundblom, nos anos 30 de 1900
Desde então, esta imagem tem sido adaptada a uma míriade de finalidades...
Para os mais interessados em aprofundar este tema: aqui
Quarta-feira, Dezembro 22, 2004
A Ler
Natal, Uma Festa da Maternidade
Primeiro Presépio Surgiu em 1223
Uma história de Natal
A ler
NATAL: DAS ORIGENS PAGÃS À GLOBALIZAÇÃO - 1
Quando o Menino Sucedeu ao Sol
O Porquê do Nome Natal
A moda dos direitos dos animais prossegue.
O dia mais curto do ano
Terça-feira, Dezembro 21, 2004
O Dinheiro
o dinheiro pode comprar.
Por exemplo pode-se comprar:
A cama, mas não o sono.
A comida, mas não o apetite.
O livro, mas não a inteligência.
O luxo, mas não a beleza.
Uma casa, mas não um lar.
O remédio, mas não a saúde.
A convivência, mas não o amor.
A diversão, mas não a felicidade.
O crucifixo, mas não a fé.
Um lugar luxuoso no cemitério, mas não o céu."
De Mons. Thiamer Tóth
A ler
Domingo, Dezembro 19, 2004
Porque sou a favor da Turquia na UE
Restaurantes nas margens do Bósforo, no lado europeu, entre os bairros badalados de Ortaköy e Kuruçesme. Magníficos exemplos do que se podia fazer nas margens do Tejo.
Para pernoitar, o Four Seasons, na parte antiga da cidade, no lado europeu.
late night blogs
[poema de amor num rio secreto]
repara como caem os pássaros no rio
têm asas para cair
[multa]
fui multado assim que entrei na cidade. ia para roubar poemas ao silêncio. a estes como eu é proibido estacionar.
Sexta-feira, Dezembro 17, 2004
"... o pé que tinha mais à mão"
Desse grande vulto da literatura futebolística, Gabriel Alves:
Campeonato do mundo dos EUA, jogo Suécia - Roménia, comentário a uma jogada de ataque da equipa romena:
'George Hagi, estratega da equipa .... (pausa enorme) ...
Raducioiu (lido assim mesmo) ...
... (nova pausa) ...
Já perdeu tempo de remate ...
GOLO!'
(Refira-se que desde o suposto erro do avançado romeno até ao golo passaram-se alguns milésimos de segundo).
Polivisões Portistas
"O Porto não conquistará credibilidade dentro do país, criticando Lisboa, sendo bairrista e centrando a sua afirmação no futebol."
(Rui Rio, cfr. Público, 17.12.2004)
e
Outra:
Pinto da Costa vai ser "voz activa" contra Rui Rio. "Não afasto qualquer hipótese. Não sou candidato nem deixo de ser."
(Público, 17.12.2004)
Será que o feitiço se virará contra o feiticeiro... Em qualquer um dos casos?
Quanto à incerteza de PC sobre o que o próprio é, se candidato ou não, pelo menos uma certeza todos temos : é que é Arguido por cinco crimes, nomeadamente corrupção desportiva activa.
"Polymeal"
- Vinho (150 ml/dia) 32%
- Peixe (114 g, quatro vezes/semana) 14%
- Chocolate preto (100 g/dia) 21%
- Fruta e vegetais (400 g/dia) 21%
- Alho (2.7 g/dia) 25%
- Amêndoas (68 g/dia) 12.5%.
Fico especialmente agradado com o vinho e com o chocolate preto, mas então e a carne?...
Quinta-feira, Dezembro 16, 2004
A ler.
25 de NOVEMBRO de 1975
Resolução da Assembleia Legislativa Regional n.º 24/96/M
1 - Considerando que:
a) O 25 de Abril é a data de um golpe militar que derruba a ditadura. Evidentemente que sem o derrube da ditadura não haveria hoje regime democrático, nem autonomia política da Madeira;
b) Porém, o 25 de Abril não instaura um regime democrático, não o acautela, nem o defende. Oficiais marxistas, de mãos dadas com a única organização política civil existente, o Partido Comunista, conduzem o 25 de Abril para trilhos de revolução comunista totalitária, em suma, uma nova ditadura. Logo, de democracia não se tratava;
c) Foi preciso o 25 de Novembro de 1975 para a fundação do regime democrátivo.
Os oficiais das Forças Armadas, de verdadeira formação patriótica e democrática, organizaram o pouco do aparelho militar que não havia caído em colapso e, com risco das próprias vidas, não só abortaram mais um salto em frente militar comunista, como derrotaram definitivamente as forças de que dispunha esse aparelho. E estabeleceram as condições para que uma democracia, ainda não de tipo ocidental, porque tutelada pelos militares, avançasse em alternativa ao modelo sovietizado;
d) O 25 de Novembro derrotou a nova ameaça ditatorial nascida dos acontecimentos na sequência do 25 de Abril, o que permitiu chegar ao actual momento democrático;
e) Assim, a data restauradora da democracia é o 25 de Novembro, em todo o rigor histórico.
2 - Porque a data 25 de Novembro anda propositada e inadmissivelmente secundarizada na consciência nacional, ela deve constituir ocasião de, civicamente, renovar um reconhecimento público aos militares que tornaram possível tal sucesso.
3 - É também momento para recordar e saudar a acção da Igreja Católica e de outros movimentos sociais e políticos no combate à ditadura comunista que se pretendia implantar na Madeira e em Portugal. Foi esta retaguarda que deu força aos militares para concretizarem o 25 de Novembro.
4 - Assim, sendo o 10 de Junho e o 25 de Abril já comemorados na Assembleia da República, para todo o espaço nacional, a Assembleia Legislativa Regional da Madeira, no uso das suas competências constitucionais, estatutárias e regionais, resolve passar a comemorar todos os anos o 25 de Novembro, com uma sessão solene a propósito.
Aprovada em sessão plenária da Assembleia Legislativa Regional da Madeira em 25 de Novembro de 1996.
O Presidente da Assembleia Legislativa Regional, José Miguel Jardim d'Olival Mendonça.
Quarta-feira, Dezembro 15, 2004
Google to scan famous libraries
"This is the day the world changes"
John Wilkin, University of Michigan
Segunda-feira, Dezembro 13, 2004
A não perder: "Política: Um dever Cristão."
O tema não podia ser mais candente.
Haverá boa moeda entre os cristãos?...
Domingo, Dezembro 12, 2004
Já não se pode ir a um casamento
A tentação para emigrar é cada vez maior. Não tanto por nós, mas pelos vindouros.
É nesta república das bananas que queremos que os nossos filhos crescam, sejam educados, trabalhem e se reformem?
Sábado, Dezembro 11, 2004
O Segredo do Vinho do Porto
Não sei se essa frase é da sua autoria, mas que é capaz de ser verdade, lá isso é...
Sexta-feira, Dezembro 10, 2004
Um exemplo de diarreia legislativa
Definir, legalmente, flipper (in Decreto-Lei n.º 293/81, 16.X)
Art. 2.º
1 - Os jogos oferecidos por máquinas de tipo Flipper são jogos cujos resultados dependem da pontuação obtida por uma esfera que, de forma aleatória, toca dispositivos diferentemente pontuados, procurando o utente mantê-la em movimento por intermédio do accionamento de alavancas geralmente designadas por flippers.
2 - Os jogos referidos no número anterior desenrolam-se através de aparelhos eléctricos ou mecânicos, cujos bónus, se os houver, são atribuídos automaticamente, e dispõem designadamente de:
a) Um tabuleiro, coberto por material transparente, em plano inclinado, dispondo de várias aberturas, calhas, anteparos e buracos onde a esfera se desloca;
b) Um painel luminoso disposto na vertical, onde é registada a pontuação, as penalidades e os bónus;
c) Uma mola para uso manual, que impele à esfera o movimento inicial, situada na base do aparelho;
d) Esferas às quais a mola referida na alínea anterior imprime o movimento inicial;
e) 2 botões situados em regra nos lados do aparelho, na parte inferior, que comandam manualmente os flippers;
f) 2 ou mais flippers que giram sob pressão dos botões referidos na alínea anterior, comandados individualmente ou em grupos de 2, colocados em eixos inamovíveis e que descrevem movimentos limitados de pequena amplitude;
g) 1 ranhura para introdução das moedas ou fichas no depósito e 1 receptáculo para a devolução destas, caso o mecanismo as rejeite.
Quinta-feira, Dezembro 09, 2004
O genoma da galinha

Terça-feira, Dezembro 07, 2004
El Bulli
Pelo facto deste chef ter afirmado desconhecer a cozinha Portuguesa, aqui fica uma sugestão alentejana, escondida no meio da Serra d'Ossa, entre o Convento de São Paulo e o Redondo: "O Chana de Bernardino":
Exemplos do que nesta casa de pasto se pode degustar: queijinho de ovelha bem curado, fígado de porco grelhado de coentrada, pezinhos de porco untuosos, farinheira torrada, azeitonas e pão de trigo; sopa da panela, cozidinho de grão, ensopado de borrego, borrego assado no forno, favas estufadas com entrecosto frito, sericaia, vinhos alentejanos.
Aumento de 10%. Ainda há boas notícias.
Bonito
"PS - Hoje, como cidadão, vou estar presente no jantar dos seus 80 anos. Não porque concorde com grande parte das posições que tem defendido nos últimos tempos, mas precisamente por discordar e saber que o facto de se poder discordar uns dos outros e conviver numa sociedade democrática a ele em grande parte todos devemos. Como cidadão, prezo antes de tudo a liberdade, por isso foi em liberdade que aceitei o convite e que aqui o revelo, cumprindo o dever de transparência que os jornalistas costumam exigir aos políticos."
Segunda-feira, Dezembro 06, 2004
Imaginação
Sexta-feira, Dezembro 03, 2004
Acabará tudo igual?
E para onde serão transferidos os agentes da PJ responsáveis por este processo?
Quinta-feira, Dezembro 02, 2004
CLARIVIDÊNCIA
"13:45 (JPP)
INÉRCIA
A mim da política interessam-me as reformas. Nem sequer é preciso dizer quais são, toda a gente sabe quais são, ou, pelo menos, o sentido que devem ter. Sei também que tudo está organizado para que não se façam. Partidos, sindicatos, corporações não querem que se mexa nem um átomo nos seus pequenos poderes. Uma população com fracos recursos, com uma memória próxima da pobreza, com baixos níveis de literacia, adormecida pelo garantismo do estado e por uma sociedade dominada por mecanismos de cunha e patrocinato, também não se mobiliza facilmente para a mudança.
O estado é uma poderosa máquina de geração e manutenção da mediocridade e pesa sobre todos, distribuindo os mínimos e castrando o mérito e a diferença, favorecendo a dependência subsidiada. Os governos preferem ter este estado, com os seus inúmeros cordelinhos e fios de poder, e não querem perder nem um só deles, mesmo que tudo seja frágil. A inércia é muita.
Só há três antídotos a esta situação: poder forte, com a força dos votos, autoridade que vem da credibilidade, e vontade de mudança. A conjugação é raríssima, mas existe.
13:32 (JPP)
DESTINO (ESTE É QUE ESTÁ MESMO ESCRITO NAS ESTRELAS)
O nosso caminho não é a miséria. Disso estamos mais ou menos protegidos pela UE. É a mediocridade, e a mediocridade implica a miséria para alguns, o remediamento sem folga para uma vasta maioria, e o remediamento com folga para a classe média. Quanto aos ricos, esses defendem-se sempre bem. São internacionalistas e por isso podem viver em Portugal, com mudanças, ou sem elas. O nosso atraso e mediocridade estão-se a agravar e vão continuar a agravar-se. Esta situação é particularmente grave (e vergonhosa) porque isto ocorre ao fim de milhões e milhões de contos de apoios comunitários que não se repetirão. É um lugar comum dizer que temos uma última oportunidade numa ecologia ainda não inteiramente desfavorável, antes da UE ou implodir ou realmente se voltar a Leste. Talvez tenhamos mais “últimas oportunidades”, mas desconfio que não abundem.
10:04 (JPP)
SAMBA DE UMA REFORMA SÓ
Não me importava que houvesse um governo minimalista que tocasse o samba de uma reforma só. Que dissesse: vou gerir tudo como é habitual os governos gerirem, com competência, mas sem veleidades de mudar nada. No entanto, reformarei de fundo um aspecto da vida pública. Vou, por exemplo, desburocratizar. Onde são precisos cem papéis ficarão um ou dois. Onde demora um ano, vai demorar uma semana. E todas as pedras necessárias serão viradas. E durante quatro anos serei julgado por objectivos, como agora se diz. Talvez alguma coisa mudasse.
09:37 (JPP)
AS NOSSAS FORMAS PARTICULARES DE CEGUEIRA
Nas crises o que mais discutimos é a parte da economia que depende do estado, por singular coincidência a área da política onde os governos têm menos margem de manobra e o comando é de Bruxelas e da globalização. A parte da política onde o comando nacional é quase total e que é mais importante para nos arrancar da mediocridade – como por exemplo a educação e a formação profissional – nunca é discutida. Ouvimos economistas e empresários sobre a crise e nunca professores, estudantes ou operários."
Olé!
"Os Nomes da Rosa"
Na eventualidade das próximas eleições não darem a maioria absoluta ao PS, eis uma lista de gente de esquerda, sem vestígio de passado político incompetente. Um "governo de consenso" para "devolver a esperança" a Portugal:
Primeiro Ministro: José Sócrates
Ministro do Pacifismo e da Anti-globalização (antigo Ministro da Defesa): Miguel Portas
Ministro da Desjudicialização e da Luta Contra a Vitimização Social do Infractor (antigo Ministro da Justiça): Ana Gomes
Ministro da Solidariedade com a Palestina e com o Resto do Mundo Árabe (antigo Ministro dos Negócios Estrangeiros): José Manuel Pureza
Ministro da Absoluta Igualdade e do Plano Quinquenal (antigo Ministro das Finanças): Francisco Louçã
Ministro da Camaradagem e da Fraternidade (antigo Ministro da Segurança Social, da Família, da Criança e do Cão): Manuel Alegre
Ministro do Desconstrutivismo e da Hermenêutica (antigo Ministro da Cultura): Manuel Maria Carrilho
Ministro do Aborto e da Gratuitidade Geral (antigo Ministro da Saúde): Maria de Belém
Ministro da Compreensão e da Auto-Estima dos Alunos e Professores (ex Ministro da Educação): Ana Benavente
Ministro da Abolição das Propinas (antigo Ministro do Ensino Superior): Ana Drago
Ministro da Co-Incineração e do Gasóleo Feito de Bosta (antigo Ministro do Ambiente): João Soares
Ministro do Eterno Subsídio (antigo Ministro da Agricultura e Pescas): Gomes da Silva
Ministro das Pontes, Túneis e Viadutos (antigo Ministro das Obras Públicas): Jorge Coelho
Ministro Adjunto e da Luta Contra a Corrupção: Edite Estrela
Ministro da Regulação e Controlo Administrativo das Actividades Económicas (antigo Ministro das Actividades Económicas): Joaquim Pina Moura
Ministro das Seis Horas Semanais (antigo Ministro do Trabalho): Carvalho da Silva
Ministro da Mega Mix e do Telemóvel 3G (antigo Ministro da Juventude): Rui Unas
Director da (futura) Central de Informação do Povo: Luís Osório.
Como se vê, um governo sem mácula, para acabar de vez com as incubadoras e os irritantes anões feitos bobos da corte.
Omne Ignotum Pro Magnifico"
Quarta-feira, Dezembro 01, 2004
"VENHA A MOEDA BOA"
O PSD tem que perceber que esta é a única possibilidade do oferecer ao país a melhor alternativa, (a alternativa que Santana Lopes dará ao país é o PS e Sócrates), poder ter uma maioria absoluta e fazer as reformas que o país urgentemente necessita. Não é messianismo, é realismo. É só querer."
(JPP, in Abrupto)
Palavras para quê? A verdade manda Deus que se diga